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Observatório da Ideologia de Género
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Guia de Direitos dos Pais na Escola

Junho 6, 2026Junho 6, 2026 por oig2026
Categorias Guias, Recursos Deixe um comentário

Monitorização, análise crítica e avaliação do impacto social das políticas de género em Portugal. Um espaço dedicado ao debate informado, baseado em dados científicos e no respeito pelos direitos humanos fundamentais.

observatorio.ig

Aqui mostramos a situação real em Portugal no que diz respeito à penetração da ideologia de género nas instituições.
Recolhemos testemunhos por DM.

Lê a análise completa em oig.pt Lê a análise completa em oig.pt
Se subscreveu a petição Pelo Fim da Ideologia de G Se subscreveu a petição Pelo Fim da Ideologia de Género nas Instituições e pela Revogação da Lei 15/2024 (https://peticaopublica.com/mobile/pview.aspx?pi=PT128650), isto diz-lhe diretamente respeito.

O jornal Público, nesta peça informativa (https://www.publico.pt/2026/04/02/sociedade/noticia/discriminalizacao-terapias-conversao-sexual-chegar-parlamento-2169940), atribuiu aos subscritores posições que não constam do texto — nomeadamente a defesa de “terapias de conversão”.

Estamos a exigir correção pública dessa informação.

Assine aqui (link na bio e nos stories)

https://tally.so/r/RGYVkp
👏🏻👏🏻👏🏻 https://observador.pt/especiais/associacao 👏🏻👏🏻👏🏻

https://observador.pt/especiais/associacao-e-sindicato-movem-acao-judicial-contra-o-estado-para-impedir-admissao-de-reclusos-transgenero-nas-prisoes-femininas/
O Observatório da Ideologia de Género (OIG) teve c O Observatório da Ideologia de Género (OIG) teve conhecimento de que a Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica emitiu um parecer desfavorável aos projetos de lei em discussão na Assembleia da República relativos à lei da autodeterminação da identidade de género.

Registámos que vários dos argumentos apresentados como científicos levantam dúvidas quanto à sua correspondência com a evidência disponível.

Foi preparada uma análise crítica a esse parecer, para submissão na consulta pública do Projeto de Lei n.º 391/XVII/1.ª.

Quem concordar pode ler e subscrever o documento aqui:

https://forms.gle/ZkPqupY2qbEzzmnu9
12 de Março: Detransition Awareness Day — as histó 12 de Março: Detransition Awareness Day — as histórias que quase ninguém quer ouvir

Todos os anos, a 12 de março, assinala-se o Detransition Awareness Day. É um dia dedicado a pessoas que iniciaram uma transição de género e que, mais tarde, decidiram voltar atrás.

Estas histórias raramente aparecem no debate público. Quando se fala de identidade de género, a atenção concentra-se quase sempre na transição. Muito mais raramente se escutam as vozes de quem diz: “Eu segui esse caminho e afinal não era o meu.”

Estas pessoas são conhecidas como destransicionadores.

A destransição pode assumir várias formas. Para alguns significa deixar de viver com a identidade adotada durante a transição. Para outros envolve interromper tratamentos hormonais ou lidar com consequências físicas que nem sempre podem ser revertidas. Em muitos casos, trata-se de um processo difícil e silencioso, marcado por dúvidas, arrependimento e pela sensação de não haver espaço para contar a própria história.

Nos últimos anos, estas vozes começaram lentamente a surgir. Jovens e adultos que passaram por transições médicas começaram a falar publicamente sobre as suas experiências e sobre as dificuldades que enfrentaram quando perceberam que a mudança não resolveu o sofrimento que esperavam ultrapassar.

Alguns casos tornaram-se conhecidos internacionalmente. No Reino Unido, por exemplo, a história de Keira Bell, que iniciou tratamentos de transição na adolescência e mais tarde destransicionou, abriu um debate nacional sobre a forma como menores são acompanhados em clínicas de identidade de género.

Nos anos seguintes, advogados britânicos anunciaram que cerca de mil jovens e famílias estavam a preparar ações judiciais contra o sistema público de saúde, relacionadas com tratamentos realizados na clínica Tavistock, que durante anos foi o principal centro para menores com disforia de género no país. A controvérsia foi tão grande que o serviço pediátrico dessa clínica acabou por ser encerrado e substituído por um novo modelo de acompanhamento.

Mas para lá das polémicas, dos tribunais e dos debates políticos existe algo mais simples e mais humano.

Existem pessoas.
👆🏻 Novos dados populacionais estão a revelar uma m 👆🏻 Novos dados populacionais estão a revelar uma mudança inesperada nas tendências de identificação LGBTQ entre jovens.

Uma análise recente da psicóloga social Jean M. Twenge, baseada no Behavioral Risk Factor Surveillance System (BRFSS) — o maior inquérito de saúde contínuo dos Estados Unidos, conduzido pelos Centers for Disease Control and Prevention — mostra que, depois de vários anos de crescimento rápido, a identificação LGBTQ entre jovens adultos começou a diminuir nos dados mais recentes.

Outras análises demográficas, incluindo estudos sobre identidade de género conduzidos pelo cientista político Eric Kaufmann, também apontam para mudanças semelhantes nas gerações mais novas.

Este padrão — crescimento muito rápido seguido de oscilações igualmente rápidas — levou vários investigadores a discutir hipóteses sociológicas e clínicas sobre o fenómeno. Entre elas está o conceito de Rapid Onset Gender Dysphoria (ROGD), proposto pela investigadora Lisa Littman num estudo publicado em 2018 na revista científica PLOS ONE, que descreve casos em que a identificação de género surge de forma súbita durante a adolescência, muitas vezes associada a dinâmicas de grupo e influência social.

Estes debates reforçam a importância de analisar o fenómeno com rigor científico e prudência clínica, sobretudo quando estão em causa intervenções médicas potencialmente irreversíveis em crianças e adolescentes.
Este mestrado apresenta-se como formação interdisc Este mestrado apresenta-se como formação interdisciplinar neutra.

Mas os seus conceitos centrais — interseccionalidade, teoria queer, colonialidade, matrizes de opressão — pertencem a uma corrente ideológica específica.

Não é consenso científico universal.
É uma grelha teórica situada, aplicada à formação de futuros profissionais na saúde, educação e políticas públicas.

Diz não à ideologia de género.

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Artigo completo no site do Observatório - link na Artigo completo no site do Observatório - link na bio - na secção "ARTIGOS"

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  • Análise crítica do parecer técnico-científico da Ordem dos Médicos sobre a revogação da Lei da Identidade de Género e proibição de bloqueadores em menores
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  • Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos (ASPS, 2026): principal associação cirúrgica dos EUA considera insuficiente a evidência para justificar intervenções médicas de transição em menores
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